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31.7.04
Do dia em que você não devia ter saído de casa. Quando a cabeça de baixo pensa demais e quando se está no ambiente com diversas mulheres da sua 'vida', a chance de dar merda é grande. É gigante. E se a lei de Murphy diz que se há uma pequena chance de dar errado, vai dar, eu digo que ontem tinha tudo pra dar errado... E DEU.

mental discharged by Marcos @ 2:07:00 PM

30.7.04
Do nada. Inventei de ter umas dores nas costas esses últimos tempos que puta que pariu! E vá se foder se você pensou em 'é... são as primaveras que vão passando...'! Porque deve ser mesmo... Merda.

De qualquer forma, não é da dor nas costas que eu ia falar. É da cerveja. Ou do que ela sempre apronta com a minha cabeça a essa hora da noite quando eu percebo que estou ali, no limiar, com o pezinho dentro dos limites da ebriedade... Ou talvez seja do que muitos já saibam: do sentimentalismo sentimentalóide que me invade o peito e a mente nesses momentos...

Por que inventamos, assim, do nada, de gostar de alguém? Estamos todos quietos no canto, feito bicho-do-mato, cuidando de nossas coisas, nossas mesquinhas coisinhas, e, de repente, vamos lá fuçar no que é dos outros, tentar ganhar a atenção de alguém que, a princípio, também está quieto no canto, ensimesmado (de novo essa palavra... eu devo ter lido isso em algum lugar recentemente). Pra quê?

...

...

Quatro goles na cerveja não me trouxeram resposta alguma... Hm. Estranho. Normalmente eu iria escrever alguma besteira conclusiva e acabar o post. Dessa vez acabo por aqui mesmo, sem responder porra nenhuma nem desejar ter respondido.

mental discharged by Marcos @ 12:48:00 AM

Estatística. 400 posts. (Na verdade esse é o 401o. :D)

mental discharged by Marcos @ 12:46:00 AM

27.7.04
P E R D A.

mental discharged by Marcos @ 9:17:00 PM

Pra que simplificar se podemos complicar? A gente lê e entende errado. Ou certo. Ou entende o que a gente quer entender. Ou não entende nada e finge que entende. E nessa confusão toda você bagunça a cabeça de quem, a princípio, não queria mais confusão pra cabeça! Eu hein?

mental discharged by Marcos @ 9:14:00 PM

Nostalgias namorísticas. Começo com a nostalgia do tipo 'volta pra casa'. Retornar, no período das férias, pro lar-doce-lar na mesma cidade do(a) ex-namorado(a) tem GRANDE chance de dar merda: ficar pensandinho demais ('cabeça vazia, oficina do diabo') pode levar a famosa RECAÍDA. E esse pensar pode se transformar em AÇÃO. E aí rola o quê? Bagunça tudo o que existia na tua cabeça, provavelmente tão certinho e organizado ('meu namoro acabou, foi bom, etc, mas já era, bola pra frente, blablablabla'). E quando voltar pro dia-a-dia normal, hein? Mais bagunça ainda...

O outro tipo é o 'estou levemente embriagada(o) na balada'. Esse é mais comum e mais irritante (pelo menos pra mim, orgulhoso como sou). E vou dar o meu mais recente exemplo pra qquer um desocupado que lê isso aqui se identificar (ou não ;P). Lá estou eu, em Curitiba, bêbado, curtindo um rockinho em paz com meus amigos da faculdade, etc. Uma festa do caralho. Eis que todos desaparecem e que se abre um círculo de VAZIO em volta de mim (a balada ameaçava acabar). Dou uma encolhidinha nos braços, ensimesmado, e resolvo fixar o olhar na guitarra (algo que me interessa e que talvez consiga espantar os pensamentos que estavam por vir). E assim fiquei por eternos... 30 segundos. E aí tudo que a partir daí surgiu na minha cabeça fazia referências (umas mais objetivas e outras mais emaranhadas) a mais recente ex. E foi a hora que eu larguei o resto da cerva quente em cima do palco, virei as costas, percebi que o círculo de vazio se transformou em corredor em direção à porta e que o momento de segui-lo da maneira mais rápida possível era chegado.

mental discharged by Marcos @ 1:45:00 PM

25.7.04
ECEM. DO CARALHO.

Vamo dançá tudo nu - tudo nu
todo mundo com dedo no cu - menos eu
todo mundo com a bunda de fora - é agora
você disse que dava - e não deu.

Espora no pé tá tinindo, tá tinindo
pica no cu tá sumindo, tá sumindo
larga o teu marido, mulher, e vem fuder mais eu
teu marido é bom, mulher, mas não fode como eu
a foda é boa de madrugada, de manhã cedo não vale nada.

A pica tá dura que tá danada,
ela entra enxuta, ela sai molhada
a mulher do compadre Mané Pedro...
tem cabelo no cu que faz medo...
ela chorava, ela gemia,
era os cabelos do cu que doía
ela chorava, ela gemia,
era os cabelos do cu que doía

Seu Guilherme do pilão de Sapucaia
disse que o bicho que mata homem mora debaixo da saia
adonde a pica trabaia.
mental discharged by Marcos @ 10:40:00 PM

15.7.04
Sábias palavras... "e o pior é quando o papinho é forçado, quando a criatura nem interessante é... E tudo o que você quer é enfiar a lingua na boca dela e mexer."

Natasha "Carrinho" Daxo

Simplesmente amo essa menina.
mental discharged by Marcos @ 9:45:00 PM

13.7.04
Somebody help, please...

Sim, as baladas foram divertidas.
Sim, eu não fui em muitas aulas de segunda feira devido aos excessos Brixanos do domingo anterior.
Sim, eu bebi consideravelmente.
Sim, eu fui nas raves que eu podia e nas que eu não podia também.
Sim, eu fui para Guaratinguetá ver o show do kbrito mesmo sabendo que ia ter prova no dia seguinte ao retorno.
Sim, eu fiz tudo isso.

Não, eu não me arrependo.

Sim, eu quero que esse torpor de exames acabe logo.
Sim, eu quero férias.
Sim, eu quero viajar pro ECEM e me esbaldar.
Sim... SIM!
mental discharged by Marcos @ 8:07:00 PM

4.7.04
... What happens in the mile stays in the mile.
mental discharged by Marcos @ 9:20:00 PM

... What happens in the mile stays in the mile.
mental discharged by Marcos @ 9:20:00 PM

Corda no pescoço. 5 x 1. 3 + 2. 10 / 2. CINCO. Cinco exames. Associação de varzice, falta de interesse em alguns assuntos, crise existencial pela escolha da carreira, excesso de interesse em outros extra-faculdade, muitas festas. HM :T
mental discharged by Marcos @ 6:04:00 PM

3.7.04
Das filas na noite. Um frio do caralho, deixando minha pele que nem frango recem-depenado. Um papinho besta atrás de mim, um outro não muito mais interessante à minha frente. Todos que chegam no lugar insistem em fuçar alguma coisa lá na frente, na esperança de achar um conhecido ou de dar a sorte do segurança achar que conhece. Fico nas pontas dos pés, dou uma bufada daquelas desanimadas, pergunto prum cara que horas são: duas e quinze. Penso na fome, dou uma olhada pra trás, penso no tanto de material que eu tenho que ler, enfio a mão no bolso e pego a chave do carro, penso nos exames e penso na grana que vai morrer ali. No embate da fila da Kraft venceu a opção menos cara, venceu o meu quarto quentinho e venceram as cinco provas que vão decidir minha vida na faculdade.
mental discharged by Marcos @ 3:08:00 AM